@MASTERSTHESIS{ 2026:369032250, title = {A empatia como pilar de formação do enfermeiro}, year = {2026}, url = "https://tede.utp.br/jspui/handle/tede/2130", abstract = "Este estudo investiga a empatia como pilar de formação do enfermeiro, no sentido de uma prática de cuidado integral, ético e humanizador no campo da saúde. Busca-se responder sobre qual é o lugar da empatia na formação do enfermeiro?. Os objetivos são: geral - analisar o lugar ocupado pela empatia na formação do enfermeiro na educação superior; específicos - compreender como a empatia se materializa nos Projetos Pedagógicos dos Cursos (PPCs) de Enfermagem ofertados por Instituições de Ensino Superior (IES) de Curitiba; Analisar a articulação entre os princípios da Política Nacional de Humanização e a Diretriz Curricular Nacional vigente para a formação do enfermeiro, considerando as resoluções e os pareceres complementares que orientam e sugerem adequações à sua implementação; Discutir sobre a empatia como elemento articulador para a prática humanizadora na formação do enfermeiro. A fundamentação teórica da empatia apoia-se nas abordagens: fenomenológica (Stein, 2005), que compreende a empatia como vivência originária da alteridade; humanista (Rogers, 2001), definida como atitude ética e comunicacional; dialógica-humanista (Freire, 2005), compreendida na dimensão éticopolítica e dialógica; e a praxiológica (Schön, 2000), relacionada à prática reflexiva e à aprendizagem experiencial. Tais referenciais sustentam a compreensão da empatia como fenômeno multidimensional e pilar da formação e do cuidado para uma prática humanizadora. Trata-se de uma pesquisa documental, fundamentada em Cellard (2014), para interpretar e analisar o conteúdo dos documentos: diretriz curricular, resoluções e Projetos pedagógicos dos Cursos (PPCS). A pesquisa está organizada em três etapas: levantamento de teses e dissertações no Catálogo da Capes (2022–2024); análise de marcos normativos e políticas públicas; e exame dos Projetos Pedagógicos dos Cursos (PPCs) vigentes. Os resultados da pesquisa evidenciam que, embora a empatia seja reconhecida nos marcos normativos e nos discursos institucionais como componente da formação humanista, sua inserção curricular ocorre de forma predominantemente implícita e transversal, sem sistematização pedagógica claramente definida. A análise documental dos Projetos Pedagógicos de Curso demonstrou alinhamento formal às Diretrizes Curriculares Nacionais e à Política Nacional de Humanização, porém identificou fragilidades quanto à explicitação de estratégias metodológicas e instrumentos avaliativos voltados ao desenvolvimento intencional da empatia. Conclui-se que a consolidação da empatia como eixo formativo requer maior coerência entre o projeto político-pedagógico, as práticas docentes e os dispositivos curriculares, a fim de assegurar sua efetiva materialização como pilar de formação do enfermeiro para uma prática humanizadora.", publisher = {Universidade Tuiuti do Paraná}, scholl = {Mestrado em Educação}, note = {Educação} }