@MASTERSTHESIS{ 2025:78566803, title = {Práticas pedagógicas afetivas: elementos articuladores para a inclusão de estudantes com transtorno do espectro autista no ensino fundamental}, year = {2025}, url = "https://tede.utp.br/jspui/handle/tede/2122", abstract = "A presente dissertação, desenvolvida junto ao Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGED) da Universidade Tuiuti do Paraná, na linha de pesquisa Práticas Pedagógicas: Elementos Articuladores, integra o Grupo de Estudos e Pesquisas Conexões PPGED (UTP) e o Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Especial e Diversidade (GEPEED – UFRRJ/UTP), ambos vinculados às respectivas instituições e credenciados ao CNPq. Tem-se como objeto de investigação as práticas pedagógicas afetivas como elementos articuladores para a inclusão de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Ensino Fundamental. Busca-se, assim, responder à seguinte questão central: o que a literatura científica aponta sobre as contribuições da prática pedagógica afetiva para a aprendizagem de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no contexto do Ensino Fundamental? Nesse sentido, objetiva-se neste estudo examinar, à luz da literatura científica selecionada, os elementos articuladores do processo de inclusão que contribuem para a autonomia de estudantes com TEA no Ensino Fundamental. A pesquisa ancora-se nas contribuições de Freire (2021), Franco (2012), Cunha (2009; 2012), Papim (2020) e Nogueira (2023), autores que defendem uma pedagogia centrada no diálogo, na escuta e na afetividade como elementos fundamentais dos processos de ensino e aprendizagem. Tais princípios mostram-se particularmente relevantes na educação de estudantes com TEA, pois favorecem o estabelecimento de vínculos, o respeito às diferenças e a construção de ambientes mais acolhedores e inclusivos. Destaca-se, ainda, o Atendimento Educacional Especializado (AEE) como suporte pedagógico essencial aos estudantes que demandam recursos e estratégias específicas para a aprendizagem. Como procedimento metodológico, desenvolve-se uma pesquisa qualitativa, de natureza bibliográfica, que analisa estudos publicados no recorte temporal de 2013 a 2023. A escolha desse período justifica-se por corresponder ao ano subsequente às mudanças políticas de 2012, quando o autismo passou a ser reconhecido legalmente como deficiência no Brasil. Os resultados indicam que, apesar dos avanços legais na escolarização de estudantes com TEA, persistem desafios relacionados à comunicação entre os envolvidos no processo educativo, à organização de rotinas e à formação docente. Nesse contexto, evidenciam-se reflexões necessárias acerca da prática pedagógica 9 afetiva, a qual, especialmente quando articulada à escuta pedagógica e à valorização das singularidades, mostra-se essencial para ampliar a participação de todos e todas e promover a aprendizagem dos estudantes com TEA. Conclui-se, portanto, que a afetividade, articulada a estratégias pedagógicas inclusivas e ao trabalho dos profissionais do AEE, contribui para a efetivação de uma educação inclusiva e verdadeiramente humanizadora.", publisher = {Universidade Tuiuti do Paraná}, scholl = {Mestrado em Educação}, note = {Educação} }